«Qualquer explicabilidade sobre criatividade tem que reconhecer que, num sentido, há algo necessariamente inexplicável, de tal modo que mesmo
os que são mais criativos se sentem perdidos ao explicá-la ou ao dizer como é que lhes surgiram as ideias. Por isso o compositor Elgar fala de apanhar as suas ideias musicais a partir do ar; Mozart escreve sobre as suas ideias: "Quando e como surgem eu não sei, nem posso forçá-las". Gauss escreve a propósito de um problema aritmético que lhe escapou durante anos: "Consegui, finalmente, há dois dias, não à custa dos meus esforços dolorosos, mas, sim pela graça de Deus. Aconteceu o enigma ser solucionado de modo tão súbito como o da luz intensa de um relâmpago". E quando perguntaram a Picasso: "O que é a criatividade?", respondeu: "Não sei e se soubesse não lhe diria". »
os que são mais criativos se sentem perdidos ao explicá-la ou ao dizer como é que lhes surgiram as ideias. Por isso o compositor Elgar fala de apanhar as suas ideias musicais a partir do ar; Mozart escreve sobre as suas ideias: "Quando e como surgem eu não sei, nem posso forçá-las". Gauss escreve a propósito de um problema aritmético que lhe escapou durante anos: "Consegui, finalmente, há dois dias, não à custa dos meus esforços dolorosos, mas, sim pela graça de Deus. Aconteceu o enigma ser solucionado de modo tão súbito como o da luz intensa de um relâmpago". E quando perguntaram a Picasso: "O que é a criatividade?", respondeu: "Não sei e se soubesse não lhe diria". »David Best in A Racionalidade do Sentimento