"O fantoche é para a expressão dramática o que o boneco é para o jogo espontâneo da criança. É o seu primeiro suporte, e a sua qualidade essencial é exactamente a de não passar de um suporte. Não tem, na verdade, nenhuma realidade limitativa em si mesmo. É o que lhe atribuem, portador de imagens e de símbolos, de risos e de medos, de sonhos e de realidades. É um expediente, a via de uma expressão livre e discreta, porque é exterior à criança que brinca com ele, protegendo-a de um debate directo."
Pierre Leenhardt in A Criança e a Expressão Dramática

