12 setembro 2007

Jogos e Actividades de Apresentação

O início do ano lectivo é sempre uma caixinha de surpresas para os alunos e para os educadores dos Jardins-de-Infância. Quando se inicia uma etapa em que se recebe algumas crianças novas na sala, deve-se promover desde logo actividades e jogos de apresentação, de forma a tornar a que o grupo de conheça e se torne mais coeso desde logo. Muitas vezes entram 4 ou 5 crianças para um grupo já existente, devendo haver um especial cuidado na integração destas. Se por outro lado o grupo for todo novo, a própria educadora sentir-se-à receosa face ao desafio que lhe é apresentado. É sempre uma incógnita recheada de novidades!
Pode-se então fazer uma série de jogos e actividades de apresentação, seja para integrar 4 ou 5 crianças (por exemplo), seja para apresentar as crianças todas umas às outras e também à educadora e auxiliar da sala.

Jogos e Actividades
A Bola tem Nome

As crianças sentam-se no chão com as pernas à chinês em forma de roda, e a educadora mais a auxiliar também. Depois de ter-mos a roda composta, a educadora pega numa bola e manda para as mãos de outra criança. No momento em que cada criança recebe a bola, tem de dizer o seu nome e a sua idade.
Esta é uma forma simples de decorar os nomes de todas as crianças, e claro está da educadora e auxiliar.
Ao fim de algum tempo a jogar, passa-se a dizer o nome da pessoa que está sentada ao nosso lado direito. Nesta parte do jogo, haverá muitas gargalhadas, pois muitas são as crianças que ainda não decoraram o nome dos novos amigos. Por outro lado, está-se também a trabalhar a questão da lateralidade, que é fundamental adquirir e cimentar em idade de Jardim-de-Infância.
Vamos Desenhar
Nesta actividade dá-se a cada criança uma folha grande e pede-se para que cada um desenhe o contorno da sua cara. Convém explicar que aqueles que considerem que têm o rosto mais redondo, farão esse mesmo contorno também mais redondo e vice-versa. A educadora deve exemplificar e desenhar o seu próprio contorno do rosto. No canto superior direito de cada folha, escreve-se o nome da pessoa a quem pertençe aquele contorno do rosto. De seguida, de forma aleatória, trocam-se as folhas com os amigos, devendo a educadora e a auxiliar trocar também as suas. Vou então esquematizar o número de vezes que se deve rodar as folhas e com que fim:
1 - pede-se para desenhar os olhos do amigo a quem pertençe aquele rosto (os meninos terão que ser ajudados a identificar o nome do amigo)
2 - pede-se para desenhar o nariz da criança
3 - pede-se para desenhar a boca
4 - pede-se para desenharem os pormenores que considerem relevantes ao rosto do amigo
Nota:
O desenho deve ser completado por diferentes crianças e nunca pode ser feito pelo próprio. Cada criança desenha um elemento pertencente à cara de cada amigo, devendo cada um desenhar apenas uma única vez em cada folha.
Resultado: Estes desnhos ficam realmente incríveis, pois os resultados desta actividade supera todas as expectativas. Por incrível que pareça, muitos dos rostos ficam semelhantes às próprias crianças. Os pormenores ajudam imenso. Os miúdos tendem a colocar tudo o que vêem na cara do amigo, seja os óculos, a borbulha ou uma cicatriz, o que faz com que se descubra e se assemelhe à criança a que se refere determinado desenho. Esta actividade permite que as crianças se fiquem a conhecer melhor, para além de que é de facto um momento de grande prazer para os mais novos.

10 setembro 2007

A Criança e a Arte

“…da expressão livre ou espontânea da criança em que a personalidade pouco a pouco se revela através de diversos meios expressivos, corporais e instrumentais, até ao domínio da expressão “artística”, no limiar da necessidade de comunicação com outrem, início do diálogo onde a arte já aflora, criativamente."
Arquimedes Santos in
Mediações Artístico-Pedagógicas, Pág. 45

09 setembro 2007

Olá a Todos!!!

Olá a todos. Já tinha saudades de postar no meu blog, mas...férias são férias e as minhas foram fantásticas. Fui para o Brasil, mais precisamente para Salvador da Bahia e Arraial da Ajuda. Amei e deu para descansar. Trabalhar e estudar o ano inteiro cansa qualquer um, mas aqui estou eu de volta a Portugal e com vários trabalhos do mestrado para concluir. Espero continuar a postar regularmente e que o apoio de todos vocês me dê forças para continuar. O novo ano lectivo está à porta, e muitas actividades se podem fazer por esta altura. Até breve

08 agosto 2007

Bloco Estampado com o Pé do Bebé

O pé estampado serviu para forrar um bloco de anotações para oferecer aos papás. Foi uma actividade muito gira e fácil de fazer.

Materiais:
- Cartolina
- Pincéis
- Tinta solúveis em água
- Toalhetes molhados
- Tesoura (para mim )
- Cola (não é utilizada pelos bebés)

Objectivos:

- Promover novas sensações (enquanto se pinta o pé de cada bebé)

- Proporcionar ocasiões de alegria

- Promover a exploração de novas texturas

- Despertar a curiosidade na criança

Estratégias:

-Pincelar devagar e muito bem o pé de cada criança, para que o decalque fique bem feito

-Transformar esta pintura numa brincadeira, fazendo cócegas nos pés dos bebés

-Limpar os pés de imediato (após a estampagem) e mostrar-lhes a pintura

-Bater palmas por se terem portado bem

Nota:

Nesta fase do desenvolvimento, as crianças ficam muito felizes sempre que percebem que fizeram algo que agradou às pessoas que a rodeiam.
Para além disto, quando se fez a estampagem, a maioria das crianças (pelo menos os mais velhos da sala) ficaram atentas ao resultado. Quando lhes batem palmas, após lhes limpar as mãos com uns toalhetes molhados e quentes, eles riam-se e era notório o ar de felicidade na cara deles. Embora sejam muito pequenos, são muito espertalhões e a cada dia que passa surpreendem-nos.
Os recortes da cartolina e respectiva colagem no bloco de notas para dar aos pais, ficaram ao encargo das pessoas adultas da sala. Nenhum bebé contactou com a tesoura nem com a cola.

03 agosto 2007

Actividades para Agosto

Para os papás que ainda não estão de férias, A Vida é Bela apresenta uma série de actividades de entretenimento para os seus filhotes.Assim, esta empresa proporciona ao seu filho a oportunidade de este se sentir Arqueólogo por um Dia. Para as crianças mais ligadas ao mundo das artes, existe a formação em Barro e os 5 Sentidos, e a Magia da Arte, ambas para crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 10 anos de idade. No site existem inúmeras actividades para os mais novos, eu apenas postei as que considero mais interessantes (para mim, claro!). Após ter consultado o site desta empresa, fiquei com a ideia de que os preços nem eram muito exagerados. Dêem um olhinho ao site e tirem as vossas conclusões.

02 agosto 2007

Criatividade

«Qualquer explicabilidade sobre criatividade tem que reconhecer que, num sentido, há algo necessariamente inexplicável, de tal modo que mesmo os que são mais criativos se sentem perdidos ao explicá-la ou ao dizer como é que lhes surgiram as ideias. Por isso o compositor Elgar fala de apanhar as suas ideias musicais a partir do ar; Mozart escreve sobre as suas ideias: "Quando e como surgem eu não sei, nem posso forçá-las". Gauss escreve a propósito de um problema aritmético que lhe escapou durante anos: "Consegui, finalmente, há dois dias, não à custa dos meus esforços dolorosos, mas, sim pela graça de Deus. Aconteceu o enigma ser solucionado de modo tão súbito como o da luz intensa de um relâmpago". E quando perguntaram a Picasso: "O que é a criatividade?", respondeu: "Não sei e se soubesse não lhe diria". »

David Best in A Racionalidade do Sentimento

01 agosto 2007

Esquema Corporal

Aqui fica um placar possível e fácil de fazer, para a abordagem do Corpo Humano/Esquema Corporal, diferenças e semelhanças entre os géneros. Este placar foi realizado por mim, e as figuras da menina/menino foram recortadas de uma revista direccionada para Educadores de Infância.

O mais importante é a criança participar aquando da montagem deste placar, pois as figuras (menina e menino) são fixadas no quadro através de velcro. Claro que esta actividade de montagem do corpo humano deve ser sempre precedida de uma conversa, e continuada com mais actividades.
Caixa com os diversos membros do corpo humano

Placard "Menino"

Placard "Menina"

Nota:

É importante que desde sempre se eduque para a sexualidade como sendo algo de inato. Mesmo em idade de creche, é importante responder às questões colocadas pelas crianças. Sempre que se inicia o ciclo de levar as crianças ao bacio, as crianças colocam questões de cariz sexual, e estas devem ser respondidas de forma natural e verdadeira (e no entanto não estão sequer em idade pré escolar). A curiosidade é normal nestas idades, e convém que eles se sintam esclarecidos desde sempre.

No entanto, sempre que se pensa em educação sexual, tem de se ter em conta o nosso próprio corpo, e as relações que estabelecemos com os outros e connosco próprios. Esta perspectiva alargada da educação sexual faz com que se perceba o quanto importante é esta temática na vida das crianças, pois só conhecendo e aceitando o nosso corpo é que podemos promover aspectos como a auto-estima e a capacidade de decisão e afirmação pessoal, aspectos estes que contribuem para o desenvolvimento integral e harmonioso da criança. A criança deve reconhecer-se como parte integrante de um género sexual, aceitando as diferenças e semelhanças entre o seu corpo e o dos seus amigos.

26 julho 2007

Dia dos Avós

Hoje é o Dia dos Avós, e quanto a mim este dia parece-me apenas mais uma razão para nos lembrarmos e valorizarmos o que os nossos avós já fizeram por nós (quem teve esta oportunidade, claro!!!). Dizem que ser avó é ser duas vezes mãe. De facto, para muitos, este ditado aplica-se integralmente aos factos, pois vejo muitos avós a protegerem de forma exagerada os seus netos, contrariando regras básicas que as crianças têm por parte dos seus progenitores. Estas atitudes causam por vezes alguns problemas familiares, mas lembrem-se que estes avós não fazem por mal...é demasiado amor dentro deles!!! Esta postagem vem no sentido de congratular todos os avós deste país, e muito em especial os meus avós, que me criaram grande parte da minha vida. Obrigado e Parabéns Avózinha! (Digo avózinha, porque infelizmente já cá não tenho o meu avôzinho).

25 julho 2007

Fazer Artes com a Chuva

Esta actividade deve ser feita nos dias (ou noites) em que chuvisca. Como ainda existem alguns chuviscos no final do dia/início da noite, aqui fica uma actividade para os papás que queiram interagir pedagogicamente com os seus "mais-que-tudo". Esta actividade pode ser realizada com crianças de 2 anos e meio.

Material:

- Papel grosso (que seja absorvente)
- Tintas de diversas cores

Como se faz:
Coloque o papel/cartão no chão ao ar livre, de forma a poder posteriormente ficar à chuva (não pode ser chuva muito forte
Peça à criança para colocar várias cores de tintas espalhadas no papel
Conforme a criança vai pondo as diferentes tintas, diga o nome das diferentes cores, pois é uma maneira dele as interiorizar
Espere pelos chuviscos e verá como fica a vossa pintura

Nota: Não deixe a chuva retirar toda a pintura do papel. A intenção é retirar o papel, deixar secar e em conjunto com a criança observarem as formas que a chuva fez aparecer. Esta actividade contribuirá para a imaginação e criatividade da criança.

23 julho 2007

O Início da Educação de Infância como Parte do Sistema Educativo

Aqui fica de forma resumida como começaram a haver instituições pré-escolares
A criação de Instituições de acolhimento de crianças, acentuou-se com o início da revolução industrial, em consequência da enorme mobilização de mão-de-obra feminina que esta implicou. Então foi por esta altura que se começou a pensar na maneira mais fácil de se encontrar um lugar para deixar as crianças ao longo do dia.

Foram assim criadas as primeiras instituições para as crianças mais pequenas. É preciso salientar que estas instituições tinham como finalidade principal assegurar a guarda das crianças das famílias mais pobres; Este facto deveu-se à premente necessidade de colmatar as necessidades sociais e económicas mais urgentes.
Só mais tarde começou a ser explorado o potencial educativo e pedagógico deste novo ambiente criado para as crianças. Esta evolução surgiu especialmente devido ao início do estudo da Psicologia do Desenvolvimento que veio dizer, o quanto importante seria para o futuro das crianças a função educativa destes locais (jardins de infância). Mesmo assim Portugal não foi nem de perto, nem de longe, o país que mais rapidamente criou este tipo de instituições.
As primeiras instituições a aparecer no nosso país, com a finalidade de ajudar pobres e oprimidos, foram em 1458, com a criação das “Misericórdias” pela rainha D. Leonor. Foi por esta altura que se começou então a falar em assistência social. As primeiras instituições educativas, implantadas no nosso país, já com a intenção de contribuir para o desenvolvimento psicológica das crianças, apareceram em 1834. Estas instituições estavam integradas na “Sociedade das Casas da Infância Desvalida” (SCAID), tendo sido criadas sob protecção do rei D.Pedro. Entre 1834 e 1879, foram então criadas doze casas pertencentes a esta “Sociedade”.
Só a partir do ano de 1878, é que foi regulamentado o facto das crianças com idade inferior à idade escolar, terem também o direito a frequentar este tipo de instituições. Ficou então definido, que as crianças dos 3 aos 6 anos, poderiam entrar para esta “Sociedade”.
Com o constante desenvolvimento da sociedade Portuguesa, foi criado em Lisboa um jardim-de-infância público no ano de 1882. Cada vez mais se acreditava que estes locais seriam imprescindíveis na educação das crianças. É então determinada a obrigatoriedade das fábricas, de criarem instituições educativas para os filhos dos funcionários (1891).
A 5 de Outubro de 1910, foi implantada a República, passando a educação a ser considerada como uma mais valia para o futuro do país. Houve desde então uma valorização do desenvolvimento sócio-cultural, considerando-se que o grande responsável e impulsionador deste desenvolvimento, é sem dúvida a educação.

21 julho 2007

Frases e Pensamentos

"A Escola deve apoiar-se nas experiências vividas
pela criança no seio da família e crescer
gradualmente para fora da vida familiar;
deve partir das actividades que a criança
vivencia em casa e continuá-las... É tarefa
da escola aprofundar e alargar os valores
da criança, previamente desenvolvidos
no contexto da família.”

in Educar a Criança
John Dewey, 1897

“É por volta dos 4 ou 5 anos que...eles querem
conhecer o seu corpo, os seus órgãos, para conhecer
e afirmar o seu sexo, para tentar compreender
as diferenças entre rapazes e raparigas.”

in A Sexualidade dos Seus Filhos

Prof. Marcel Rufo

“A auto - estima da criança depende da
qualidade das relações que existam
entre esta e aqueles que desempenham papeis
importantes na sua vida. A criança tem necessidade
de se sentir valiosa e digna de amor, e esta
necessidade não acaba na infância.
Sentir-se ou não amada influenciará
definitivamente o seu desenvolvimento.”

in Será feliz uma criança no infantário?
Colecção Crescer

“A inteligência espacial nasce da acção
que a criança exerce sobre o mundo”

in Educar a Criança

Howard Gardner, 1983

"A Creche tem que ser vista através de interesses
afectuosos e sociais da mãe. Toda a comunidade,
e o clã incluído, têm que se implicar na creche"

in Ensaios sobre a Educação II
João dos Santos

"Os pais, que se lamentam porque um
brinquedo foi escangalhado cometem um
erro considerável, que demonstra a sua
ignorância acerca de um fenómeno
importante: os bocados dos brinquedos
escangalhados têm ainda mais valor para
a criança do que os brinquedos inteiros,
são-lhe muito úteis durante muito tempo"

in A Criança e a Expressão Dramática
(Entrevista de François Dolto, Psicanalista de crianças)

“... O potencial de desenvolvimento de
um contexto pré-escolar depende da
extensão em que os adultos supervisores criam
e mantém oportunidades para o envolvimento
das crianças numa grande variedade de actividades...”

in Educar a Criança

Urie Bronfenbrenner,1979

" A arte diz-nos sempre alguma
coisa acerca do mundo em que vivemos,
mesmo que não fale de assuntos históricos e sociológicos"

in A Definição da Arte
Umberto Eco

“ O conhecimento não provém,
nem dos objectos, nem da criança,
mas sim das interacções entre as crianças e os objectos”

in Educar a Criança

Jean Piaget

"Uma criança de dois anos, por suas condições,
não pode copiar um círculo,
embora algumas crianças dessa
idade sejam capazes de copiar uma linha.
Com efeito, as garatujas não são
tentativas de retratar o meio visual infantil.
Em grande parte, os próprios rabiscos
baseiam-se no desenvolvimento físico
e psicológico da criança, não em alguma
tentativa de representação"

in Desenvolvimento da Capacidade Criadora
Lowenfeld e Brittain

16 julho 2007

Pintura com Pasta de Dentes

Esta actividade tem um carácter de inovação, pois permite que os meninos pintem em relevo. Para além disto, vai-lhes desenvolver o léxico, pois terá que se explicar o que é uma pintura em relevo, assim como a restante informação adicional necessária à compreensão da actividade. A pasta de dentes será então colocada em diferentes pratos rasos (tantos quantas cores se pretender fazer), e misturada com a tinta pretendida. De seguida, cada criança irá espatular o que bem entender na sua respectiva folha de cartão. Cabe a quem dinamiza a actividade, dizer que é possível eles fazerem um desenho com a espátula, não tendo então que ser abstracto obrigatoriamente. Os meninos terão oportunidade de experimentar e aprender a fazer desenhos, sem que seja necessário um lápis ou caneta. Quando se transmite esta informação às crianças, o próprio adulto tende a ficar curioso por ver o resultado final da actividade, pois algumas crianças realizam mesmo um desenho com a espátula, como se de uma caneta se tratasse. Para finalizar a pintura espatulada que fizeram, podem ainda utilizar garfos (de brincar) e até outros utensílios que permitam fazer desenhos.
Objectivo Geral:
Promover técnicas de pintura em relevo

Conteúdos:
Manusear a espátula com destreza
Desenhar com a espátula
Perceber que podemos dar outra utilidade às coisas, como acontece com esta pintura com pasta de dentes
Recursos materiais:
Pasta de dentes
Espátulas (de médico ou de gelados)

Cartolinas A4
Digitinta
Pratos Rasos
Garfos plásticos para desenhar no relevo
Estratégias:
Deixar os meninos misturarem as tintas com a pasta de dentes

Permitir que cada criança escolha a cor ou cores com que quer espatular a sua folha de cartão A4
Promover a ideia de se poder fazer um desenho com a espátula, ao invés de ser um lápis

Preparação da Actividade

Realização da Actividade: